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"Parem de viver no futuro, ou no passado, e vivam o agora..."- Os Pleiadianos

"Parem de viver no futuro, ou no passado, e vivam o agora. Digam para si mesmos: “O que é que eu quero? Quero acelerar minha evolução pessoal.

Quero que o Espírito me ajude a aumentar minha capacidade. Quero que meu corpo se regenere. Quero emanar saúde. Quero abandonar as dificuldades para ser um exemplo vivo daquilo que a humanidade pode atingir." Esta é a linha de pensamento - o comando para o vosso ser, determinando com clareza tudo aquilo que vocês querem - e que vos trará tudo num ritmo acelerado.

Observem os vossos padrões. Se negam a criação de uma parte das vossas experiências e não querem tê-la como vossa criação, simplesmente olhem para ela. Digam: "Não é interessante? Eu faço isso o tempo todo. Não quero possuir o que estou criando. E como não gosto, ponho a culpa nos outros. Vamos ver quanto tempo vou ficar agindo assim, e vamos encontrar uma solução que me permita desenvolver um padrão de comportamento diferente." Não se julguem. Comecem a dizer para si mesmos: "Eu assumo a responsabilidade por tudo em que estou envolvido. Eu assumo a responsabilidade por tudo o que acontece comigo.

Se não gosto do que acontece comigo, vou começar a me perguntar porque crio coisas de que não gosto. Talvez seja para chamar minha atenção para algo que não consigo ver e assim poder mudar o que realmente não funciona para mim." Devem agir sempre como se houvesse um propósito impecável em tudo o que fazem, como se para atingir o valor mais alto, a melhor oportunidade, fosse necessário trabalhar cada evento em que estejam envolvidos. Devem agir sempre assim. Se estiverem andando na rua e alguém os abordar: "Estou com um revólver nas suas costas. Passe a carteira!" devem agir como se estivessem recebendo uma oportunidade única para o vosso crescimento.

Se todos pudessem adotar essa atitude e agir como se cada evento estivesse designado a impulsioná-los em seu crescimento e conscientização, poderiam virar-se e descobrir que a pessoa apontando o revólver às suas costas é uma réplica, uma porção de vocês mesmos. Devem ser capazes de curar algo; podem estar recebendo a oportunidade de tomar uma atitude que os amedronta. Não tenham medo daquilo que criam. Confiem no que vocês criam. Acreditem que, em vossa criação, existe sempre algum crescimento.

Não varram vossos dramas para baixo do tapete como se fossem coisas horríveis que nunca mais queiram ver, acabem com esses dramas: parem de andar em círculos, de perder-se neles.

Precisam, contudo, compreender que o drama que vivenciaram com vossa mãe, irmão, irmã, namorado, poderá ser usado, vinte anos depois, para ajudá-los a atingir uma nova realização. Deixem, portanto, que esses dramas sejam como uma lição de casa. Terminem, resolvam-nos da melhor maneira possível, façam as pazes e conheçam o vosso papel neles, e deixem que eles circulem de volta à vossa consciência para lhes ensinar algo. Deixem que sejam os vossos tesouros vivos de experiência, em vez de espinhos dos quais querem se desvencilhar. A emoção está ligada a estas coisas e, não se esqueçam de que ela pode levá-los a outros níveis de atividades.

Vocês acham que conseguem criar a vossa realidade apenas em certas áreas, mas em outras não têm este poder? Acreditam não possuir controle sobre algumas áreas de vossas vidas? Abdicam daquilo que é naturalmente vosso, porque a sociedade diz que não podem tê-Io?

Pois vão descobrir que os acontecimentos não surgem do nada. Algumas pessoas acreditam criar a própria realidade, mas acham que as outras não conseguem criar as suas - especialmente bebezinhos que sofrem todo tipo de acidentes, ou crianças que são violentadas. É um conceito difícil para muitos compreenderem que crianças aparentemente indefesas, ou mendigos famintos, também criam suas próprias realidades.

Quando adotam a mentalidade de vítimas, enviam às pessoas a ideia de que elas são fracas, impotentes, criando também para vocês a mesma probabilidade. 

Devem aprender a respeitar os dramas e as lições das outras pessoas. Precisam perceber que os jornais jamais revelarão o potencial de mudança existente em todas as pessoas envolvidas em determinado cenário, pois esta não é a forma com que as reportagens da imprensa cobrem os acontecimentos. Vocês não compreendem a sincronicidade subjacente aos eventos: a mídia expõe apenas os assim chamados fatos externos, ignorando a riqueza do significado emocional que acompanha os dramas e as lições dos seres humanos. Pessoas envolvidas em dramas onde existem aparentes vítimas geralmente se encontram tão distantes de seus sentimentos que são incapazes de conectar o que estão sentindo com o que estão pensando. 

Vítimas encontram vítimas. Vencedores encontram vencedores.

Portanto, quando virem nos jornais dramas mundiais onde as pessoas parecem ser vítimas indefesas, por favor, respeitem-nas e respeitem a si mesmos, rejubilando-se porque elas criaram suas próprias realidades. Talvez não seja a realidade da qual vocês queiram extrair algum ensinamento - nem o evento que sentissem necessidade de participar. É necessário que compreendam que outras pessoas podem estar precisando passar por esferas muito densas para atingir a luz. Muitas vezes, as maiores iluminações surgem das maiores catástrofes, das maiores dificuldades.

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